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Simulação de viagem a Marte libera confinados depois de oito meses

Antes que Elon Musk, Jeff Bezos e outros entusiastas do espaço possam enviar humanos para Marte com a mesma facilidade de uma entrega da Amazon Prime, precisamos descobrir como as pessoas vão se sair em um planeta estranho. Por sorte, a NASA e a Universidade do Havaí estão em cima disso, financiando várias iterações bem-sucedidas de um experimento chamado “Hawaii Space Exploration Analog and Simulation” (HI-SEAS), em que uma tripulação de “astronautas” vive em condições similares às de Marte em uma cúpula em um vulcão havaiano. No domingo (17), o quinto esforço da Hi-SEAS chegou ao fim, o que significa que uma equipe de seis “astronautas” deixou o conforto de sua bolha para cumprimentar o inferno que é a Terra no momento.

A tripulação entrou na cúpula em 19 de janeiro deste ano. Ao longo de sua estadia pseudomarciana, a equipe se alimentou de comida não-perecível (e alguns vegetais plantados em um laboratório) e viveu em quartos extremamente apertados (111 metros quadrados). Sendo ju…
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A despedida da Cassini na visão de quem trabalhou na missão

Na manhã da última sexta-feira (15), a espaçonave Cassini, da NASA, mergulhou na atmosfera de Saturno, com um breve brilho de sua vaporização marcando o fim de uma missão de 13 anos. Mas foram necessárias pessoas para tornar esse pedaço de alumínio e silício em uma extensão de nossa curiosidade.

Nos dias que precederam o adeus da Cassini, conversei com engenheiros e cientistas nas mesas de madeira que permeiam o centro comercial do Laboratório de Propulsão a Jato e nos jardins repletos de sabedoria nas cercanias da Caltech. Pessoas por trás da missão da Cassini, que guiaram a espaçonave desde o conceito até a conclusão. Elas são o coração, o cérebro e a alma coletivos que transformar suas medições em dados. De veteranos de missões de 27 anos de duração a novos contratados nos últimos meses, todos eles compartilhavam reações de orgulho, exaustão e tristeza quando diante do Grand Finale da Cassini.


Jonathan Lunine

“Fico me perguntando se minha musa está desaparecendo”, Jonathan Lunine …

Steven Spielberg afirma que não estamos sozinhos no Universo

Diretor concedeu entrevista ao canal EW a respeito dos 40 anos de Contatos Imediatos do Terceiro Grau afirmando que não pretendia que o filme fosse ficção cientifica

Seguem as celebrações dos quarenta anos do lançamento de Contatos Imediatos do Terceiro Grau, e o canal EW divulgou uma entrevista concedida por seu diretor, Steven Spielberg. Contatos Imediatos foi escrito enquanto ele editava Tubarão, no qual havia experimentado um pesadelo em termos de logística e dificuldades de filmagens. Sua obra lançada em 1977, mostrando o drama de Roy Neary (Richard Dreyfuss) quando é contatado por alienígenas tornou-se um grande clássico do cinema, elogiado por muitos. Um deles foi o saudoso Ray Bradbury, autor entre outros de Crônicas Marcianas e Fahrenheit 451.

Bradbury, em entrevista em 2003, afirmou que Contatos Imediatos é o melhor filme de seu tipo já feito, chegando a compará-lo à Capela Sistina de Michelangelo. O grande mestre da ficção científica disse: "O filme é longo, mas a tra…

Novo mapa de gravidade sugere que Marte tem uma crosta porosa

Um novo mapa da espessura da crosta de Marte mostra menos variação entre regiões mais espessas (a vermelho) e regiões mais finas (a azul), em comparação com mapeamentos anteriores. Esta imagem está centrada em Valle Marineris, com Tharsis Montes perto do terminador a oeste. O mapa está baseado em modelos do campo de gravidade de Marte por cientistas do Centro de Voo Espacial Goddard da NASA. A equipe descobriu que, globalmente, a crosta de Marte é menos densa, em média, do que se pensava anteriormente, o que poderá significar variações mais pequenas de espessura crustal.
Crédito: NASA/Goddard/UMBC/MIT/E. Mazarico


Os cientistas da NASA encontraram evidências de que a crosta de Marte não é tão densa como se pensava anteriormente, uma pista que poderá ajudar os investigadores a compreender melhor a estrutura e evolução do Planeta Vermelho.

Uma densidade mais baixa significa, provavelmente, que pelo menos parte da crosta de Marte é relativamente porosa. No entanto, nesta altura, a equipa …

Hubble observa planeta escuro como asfalto

O lado diurno do planeta, com o nome WASP-12b, "come" luz em vez de a refletir para o espaço. O exoplaneta, que tem o dobro do tamanho de Júpiter, tem a capacidade única de prender pelo menos 94% da luz estelar visível que cai na sua atmosfera. A temperatura da atmosfera atinge uns escaldantes 2500º C, tão quente quanto uma estrela pequena. O lado noturno é muito mais frio, com temperaturas de apenas 1200º C, o que permite a formação de vapor de água e nuvens.
Crédito: NASA, ESA e G. Bacon (STScI)


O Telescópio Espacial Hubble da NASA observou um planeta para lá do nosso Sistema Solar que parece tão escuro quanto o asfalto fresco porque "come" luz ao invés de a refletir de volta para o espaço. Essa proeza devoradora de luz deve-se à capacidade única do planeta para capturar pelo menos 94% da luz visível que cai na sua atmosfera.

O estranho exoplaneta, de nome WASP-12b, pertence à classe de "Júpiteres quentes", planetas gigantes e gasosos que orbitam muito …

Céu da Semana - 18/09 a 24/09/2017

Todas as semanas, Gustavo Rojas, do Laboratório Aberto de Interatividade (LAbI) da UFSCar, apresenta dicas de como olhar para o céu, quais constelações estão em destaque, fases da lua e os principais fenômenos astronômicos.



FONTE: UNIVESP TV

Vulcano, o planeta procurado por mais de meio século e que Einstein 'expulsou' do céu

A lei da gravitação universal, formulada por Newton em 1687, foi usada para elaborar a hipótese de que Vulcano orbitava próximo a Mercúrio

Por mais de meio século, cálculos de renomados cientistas apontaram para a existência de um planeta na órbita entre Mercúrio e o Sol - que jamais foi localizado.

Apesar de até ter recebido um nome - Vulcano -, o "planeta escondido" permaneceu sendo um dos mais desconcertantes fenômenos do Sistema Solar. Procurado por 56 anos, tornou-se um planeta hipotético, até que o físico alemão Albert Einstein o "expulsou" do céu com sua Teoria da Relatividade.

"É um planeta, ou se preferir, um grupo de planetas menores que circulam na proximidade da órbita de Mercúrio", propôs em 1859 Urbain Joseph Le Verrier, o mais famoso astrônomo do mundo à época e diretor do Observatório de Paris. Ele dizia que só um planeta "seria capaz de produzir a perturbação anômala sentida por Mercúrio".

Le Verrier não foi o primeiro a suspei…